Descolonizando os territórios íntimos

Dan Baron, da IDEA, começou sua apresentação com uma cancão em inglês e terminou em português cantando: “Viva os arte-educadores da América Latina! Viva os arte-educadores do mundo!”

IMG_7362

Após o canto, pediu para que o público se juntasse em pares e mapeasse a mão um do outro para assim descobrir os territórios pessoais de cada um: cor da pele, ossos, anéis, cicatrizes. Um ambiente pedagógico se formou e com muita descontração todos participaram da atividade.

Segundo Dan, a descolonização do corpo não acontece com palavras, pois a memoria do corpo é inalcançável com a linguagem de censura e auto-critica. É necessário mapear o corpo para descolonizar o imaginário. Realçou o poder da estética como uma possibilidade desta descolonização porque alcança lugares que a linguagem falada não ocupa. Se não mapeamos os território, afirma, “ficamos vulneráveis a ocupações culturais”.

Precisamos construir novos territórios coletivos e com uma nova leitura para então resignificar o futuro.

IMG_7369

Ao final, Dan Baron deixou claro que a pedagogia transformadora que defende, baseada em linguagens artísticas, é muito diferente de dinâmicas!

Acesse a apresentação de Dan Baron.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s