Dan Baron, da IDEA, começou sua apresentação com uma cancão em inglês e terminou em português cantando: “Viva os arte-educadores da América Latina! Viva os arte-educadores do mundo!”

Após o canto, pediu para que o público se juntasse em pares e mapeasse a mão um do outro para assim descobrir os territórios pessoais de cada um: cor da pele, ossos, anéis, cicatrizes. Um ambiente pedagógico se formou e com muita descontração todos participaram da atividade.
Segundo Dan, a descolonização do corpo não acontece com palavras, pois a memoria do corpo é inalcançável com a linguagem de censura e auto-critica. É necessário mapear o corpo para descolonizar o imaginário. Realçou o poder da estética como uma possibilidade desta descolonização porque alcança lugares que a linguagem falada não ocupa. Se não mapeamos os território, afirma, “ficamos vulneráveis a ocupações culturais”.
Precisamos construir novos territórios coletivos e com uma nova leitura para então resignificar o futuro.

Ao final, Dan Baron deixou claro que a pedagogia transformadora que defende, baseada em linguagens artísticas, é muito diferente de dinâmicas!
Acesse a apresentação de Dan Baron.


